Já muito se disse sobre o Nobel da Paz atribuído à União Europeia. Compreendo o prémio nesta altura, em que o projecto europeu se parece estar a desfazer como um alerta da guerra que podemos vir a ter se a crise financeira e económica da Zona Euro continuar sem solução à vista. Confesso, no entanto, que tinha preferido ver o prémio a ser entregue a uma pesso
a. Por exemplo, a Malala
Yousafzai, uma rapariga paquistanesa de 14 anos, que, em 2009, denunciou
que os talibãs proibiram o acesso das raparigas à escola. Apesar dos
riscos, Malala Yousafzai continuou a ir, incentivada pelo pai e por uma
pequena comunidade que não aceita as imposições criminosas dos talibãs.
Há dias, à saída da escola, foi baleada na cabeça por um extremista.
Está viva, mas a sua situação clínica inspira cuidados, por isso foi
transferida para um hospital em Inglaterra. Malala Yousafzai não
desistiu com a ameaça nem hesitou perante a injustiça. Coragem é isto.
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